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Nova tarifa de ônibus em Maceió deve ser definido nesta quarta

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) apresenta nesta quarta-feira (7), em reunião do Conselho Municipal de Trânsito, o resultado do estudo técnico contendo o novo valor da tarifa de transporte coletivo de Maceió. Para entrar em vigor, será necessário passar pela aprovação do Prefeito Rui Palmeira.

De acordo com a assessoria de comunicação da SMTT, a reunião ocorre na sede, no Tabuleiro dos Martins, e apresentará aos membros do Conselho o reajuste com base em uma tabela elaborada pelo próprio órgão. “O estudo foi concluído. Será apresentada a nova tarifa e justificada com a tabela que fez. E depois passará posteriormente pela aprovação do prefeito”, disse o órgão por meio de assessoria.

Na semana passada, a previsão dada pelo superintendente da SMTT, Antônio Moura, era a de que até o fim deste mês o reajuste da passagem fosse definido.

“A gente pretende no mês de fevereiro, no início ou no fim do mês resolver. É importante frisar que a questão tem sido acompanhada pelo Ministério Público. Nós já tivemos uma primeira reunião inclusive com o MP. É muito transparente essa questão. Tem sido analisada a proposta dos empresários, nossa planilha está sendo finalizada para que a gente possa definir”, explica.

REAJUSTE

Desde o início de janeiro muita especulação rondou a definição do reajuste da tarifa de ônibus de Maceió. Os empresários protocolaram pedido de aumento de 15%, o que elevaria a tarifa para R$ 4,02. Em resposta, o prefeito Rui Palmeira questionou o cumprimento contratual por parte das empresas.

À época, Antônio Moura afirmou à reportagem da Tribuna Independente que a definição do reajuste dependia de outros fatores, como a integração temporal. “Na verdade o prefeito não citou apenas a integração. A integração é o mais importante, o prefeito citou o cumprimento do contrato. Antes mesmo da discussão do reajuste o prefeito já havia falado que só ia conversar sobre um possível aumento, reajuste, depois que alguns itens do contrato fossem cumpridos pelas empresas, um deles é a integração temporal total e o outro é a formalização do consórcio. Os dois já estão sendo trabalhados e paralelo a isso estamos discutindo o reajuste”.

 

 

Fonte: Tribuna Independente / Evellyn Pimentel


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Antônio Guimarães
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