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Em seis anos, mortes no trânsito provocadas por motoristas embriagados reduziram em 75%

A Lei Seca chegou para os alagoanos no ano de 2011 e desde então vem alcançando metas extremamente importantes para a preservação da vida. Durante os seis anos de fiscalização, o número de mortes provocadas por motoristas embriagados reduziu em 75% em todo o estado, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Mas ao contrário desse dado de redução do número de mortes, os responsáveis pela fiscalização no estado ainda destacam a resistência de alguns motoristas em manter a combinação errada entre bebida e direção. A Lei 11.705, que passou a vigorar em 19 de junho de 2008, foi aprovada para reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados e recentemente foi endurecida.

No Brasil, Polícia Rodoviária Federal cumpre um protocolo em todos os acidentes com verificação de sobriedade. Nos últimos 10 anos, o órgão relacionou o álcool como causa provável de 66.541 colisões, 4.101 mortes e 16.657 feridos graves.

Com a mudança na lei, a pena para o motorista que provocar um acidente com mortes passou a ser de até oito anos de prisão. De acordo com o coordenador da Lei Seca em Alagoas, tenente Emanuel Costa, em 2011 foi registrado 275 mortes no trânsito provocadas pela embriagues ao volante e em 2017 foram 70 mortes.

“Nós fazemos as campanhas e pedimos também a sensibilização das famílias para que elas consigam evitar que seus parentes saiam bebendo e dirigindo. Quando tiver numa festa, pegue a chave ofereça uma carona e crie outras possibilidades para aquela pessoa, conseguindo assim evitar uma tragédia”, colocou o oficial.

 

CADA MINUTO


Ivaldo José Fragoso Ribeiro
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Antônio Guimarães
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