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Marina faria governo menos estatizante, diz economista



Folha de S.Paulo

Um governo similar à segunda gestão de FHC e à primeira de Lula.

Menos estatista do que Dilma.

Assim seria uma eventual administração Marina Silva na visão de um dos seus principais conselheiros, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, 56 anos.

Defensor da austeridade, ele faz eco às palavras da ex-senadora que tem defendido o chamado "tripé" (superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação).

Na sua opinião, essas ideias estão longe de significar que Marina virou uma candidata do mercado financeiro.

Em entrevista concedida em São Paulo na última quinta-feira, Giannetti critica o governo e advoga que o crescimento não deve ser feito a qualquer preço: "Crescer 7% destruindo patrimônio ambiental é muito pior do que se crescer 3% preservando e, na medida do possível, melhorando as condições de vida. Crescimento em si não é objetivo".


Ivaldo José Fragoso Ribeiro
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Antônio Guimarães
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